sábado, 15 de abril de 2017

Eleições em França e o futuro da Europa

Realiza-se no próximo dia 23 de Abril a 1ª volta das eleições presidenciais francesas e, de acordo com a média das inúmeras sondagens que têm sido feitas, de entre os onze candidatos em luta há quatro que se destacam e estão praticamente empatados nas intenções de voto. Porém, como só dois deles passarão à 2ª volta, o combate político e a caça ao voto estão a animar a França. Hoje, o diário L’Écho Républicain que é publicado em Chartres, destaca na sua primeira página a fotografia desses quatro candidatos: François Fillon (centro direita) com 20%, Emmanuel Macron (centro-esquerda) com 23%, Jean-Luc Mélenchon (esquerda) com 20% e Marine Le Pen (extrema direita) com 22%. Portanto, confrontam-se quatro candidatos para ocupar os dois lugares que disputarão a 2ª volta. Então, segundo as sondagens, o candidato Emmanuel Macron é aquele que tem mais possibilidades de vencer, enquanto a candidata Marine Le Pen perde para qualquer dos outros candidatos.
Nos últimos tempos as sondagens eleitorais, enquanto instrumento de aferição social, têm perdido alguma credibilidade, depois de terem falhado no Reino Unido e nos Estados Unidos. No entanto, no caso francês, as sondagens estão a servir para manter a incerteza quanto ao desfecho eleitoral e, também, quanto ao futuro da França e até da Europa, pois os vários candidatos têm respostas diferentes para a crise generalizada que atravessa a União Europeia e as suas instituições. Daí que as eleições presidenciais francesas sejam muito importantes não só para os franceses e para a grande comunidade portuguesa estabelecida em França, mas também para o futuro da Europa.

1 comentário:

  1. UM COMPLETO DESPREZO
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    O grande legado de Donald Trump foi as REACÇÕES aos seus discursos:
    -1- o pessoal com uma elevada taxa de natalidade (um exemplo: islâmicos, etc) é altamente amigo... pois, desde que... não seja posta em causa a sua condição de «Donos Disto Tudo».
    -2- os «donos disto tudo» (juntamente com as marionetas ao serviço da alta finança - capital global) têm um COMPLETO DESPREZO pelos povos nativos (na América do Norte, na América do Sul, na Austrália) que procuraram sobreviver pacatamente; e que, como eram economicamente pouco rentáveis, levaram com um holocausto massivo em cima... porque tiveram o «desplante» de querer ter o SEU espaço no planeta e de querer prosperar ao seu ritmo.
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    Anexo:
    DEMOGRAFIA E SEPARATISMO-50-50: Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
    -» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
    ---» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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    P.S.
    É necessário um activismo global
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    Democracia sim; todavia, a minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade... tem de dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros; isto é, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros.
    [nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!]
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    -» Imagine-se manifestações (pró-Direito à Sobrevivência) na Europa, na América do Norte (Índios nativos), na América do Sul (Índios da Amazónia), na Ásia (Tibetanos), na Austrália (Aborígenes), ETC... manifestações essas envolvendo, lado a lado, participantes dos diversos continentes do planeta... tais manifestações teriam um impacto global muito forte.

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