sábado, 1 de janeiro de 2022

O famoso festejo do ano novo em Sydney

Por ocasião da entrada de um novo ano, há notícias que sempre interessam a comunicação social e que anualmente se repetem: no plano internacional são as imagens dos festejos da passagem do ano sobretudo em Sydney e, no plano nacional, são o fogo de artifício em algumas cidades, mas também a desinteressante informação recolhida todos os anos nas maternidades sobre a primeira criança nascida em Portugal.
A entrada do novo ano em Sydney origina sempre as mais divulgadas imagens sobre esse evento em todo o mundo, por ser a primeira grande cidade a receber o novo ano. Esse facto é uma consequência da Conferência Internacional de Washington realizada em 1884, na qual foi adoptado o meridiano de Greenwich para o início da contagem das longitudes e dos 24 fusos horários. Daí resultou, também, a adopção de uma Linha Internacional de Mudança de Data, cujo traçado imaginário se desenvolve no oceano Pacífico próximo do meridiano dos 180 graus, isto é, diametralmente oposta ao meridiano de Greenwich. Pela posição dessa linha, a cidade australiana de Sydney é a primeira grande cidade que entra no novo ano, quando na Europa ainda se está no princípio da tarde. 
Os festejos do acontecimento são vistos nas televisões mundiais e a sua fotografia ilustra sempre muitos jornais europeus, como hoje acontece com o jornal sueco Dagens Nyheter. As televisões mostram depois as imagens da iluminação dos 828 metros de altura do imponente Burj Khalifa Bin Zayid no Dubai, o fogo de artifício de Atenas, de Paris e de Londres, mas o fogo de artifício na área da Harbour Bridge de Sydney é, certamente, o mais famoso e mais noticiado em todo o mundo.