domingo, 12 de julho de 2026
Boston acolheu “desfile naval do século”
domingo, 5 de julho de 2026
Ainda sobre a festa nos Estados Unidos
We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness.
(Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas: que todos os homens são criados iguais, que são dotados por seu Criador de certos direitos inalienáveis, entre os quais estão a Vida, a Liberdade e a busca da Felicidade).
A mensagem transmitida pelo The Philadelphia Inquirer, é exemplar porque é portadora de um sentido pedagógico para os americanos, para as suas raízes históricas e para os seus ideais democráticos mais profundos, parecendo um aviso para os que vivem subjugados pelos interesses do “Complexo Militar-Industrial Americano”, identificado em 1961 por Dwight Eisenhower, mas também para os seguidores do actual “vale-tudo” do modelo “Make America Great Again”, inventado por Donald Trump, que tanto agitado o mundo e tanto tem aumentado a sua fortuna pessoal.
sábado, 4 de julho de 2026
Os 250 anos da independência americana
sábado, 27 de junho de 2026
O Canadá está em festa, mas sob ameaça
quarta-feira, 24 de junho de 2026
Dez anos de Brexit: cansaço e fracasso
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Celebrando 50 anos da nossa Constituição
terça-feira, 24 de março de 2026
Angola evoca a batalha de Cuito Cuanavale
sábado, 17 de janeiro de 2026
Viva o povo e a democracia de Cabo Verde
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
A evocação dos 84 anos de Pearl Harbor
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Angola celebrou 50 anos de independência
sábado, 18 de outubro de 2025
A reconciliação nacional em Angola
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
A catástrofe de Hiroshima foi há 80 anos
domingo, 13 de julho de 2025
A memória de Elcano regressou à Corunha
sábado, 5 de julho de 2025
Viva a independência de Cabo Verde
sexta-feira, 4 de julho de 2025
EUA nos seus 249 anos de independência
quinta-feira, 12 de junho de 2025
Os 40 anos de Portugal na União Europeia
domingo, 8 de junho de 2025
O Dia D nas praias da Normandia
segunda-feira, 21 de abril de 2025
As eleições constituintes de 1975
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025
O legado singular de Carlos Paredes
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
O mundo não pode esquecer Auschwitz
No dia 27 de Janeiro de 1945, na sua caminhada em direcção a Berlim, o exército russo forçou as portas do campo de extermínio de Auschwitz, localizado a sul do território polaco, onde muitos milhares de seres humanos encontraram a morte e libertou alguns dos condenados que ali se encontravam. Hoje celebram-se 80 anos sobre esse dia libertador e o mundo vive alarmado pela ameaça de novos auschwitzes, embora com características muito diferentes. Auschwitz, ou Auschwitz-Birkenau, foi um campo de extermínio e tornou-se um dos maiores símbolos do genocídio perpetrado pela Alemanha nazi contra seis milhões de judeus europeus, um milhão dos quais morreu naquele local entre 1940 e 1945, juntamente com mais de 100 mil não judeus. Auschwitz foi criado em 1940 por ordem de Heinrich Himmler como campo de concentração e para ali passaram a convergir comboios provenientes da Europa ocupada pelos nazis, com destino às câmaras de gás daquele campo. Não se sabe exactamente quantas pessoas morreram em Auschwitz, mas os números oscilam entre um e três milhôes, que foram executados nas câmaras de gás, mas também devido à fome, doenças infecciosas, trabalhos forçados, execuções individuais ou experiências médicas.
O dia 27 de Janeiro foi oficialmente proclamado como o Dia Internacional
da Memória das Vítimas do Holocausto, para assinalar e comemorar a libertação
daquele campo de concentração e extermínio. Actualmente, o campo e as câmaras
de gás de Auschwitz-Birkenau são visitáveis e o “campo de concentração e
extermínio nazi alemão de 1940-1945”, foi classificado em 1979 como Património
da Humanidade pela Unesco. Hoje, alguns jornais como o Libération, evocaram o
80.º aniversário da libertação de Auschwitz, que foi assinalado com uma
cerimónia oficial que contou com a presença de cerca de meia centena de
sobreviventes e 54 delegações internacionais. O mundo não pode esquecer
Auschwitz















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