Apesar do
possível vendaval que se aproxima das ilhas Britânicas trazido pelo Brexit, a
imprensa britânica não tem tratado desse assunto e vem dando um enorme destaque
à recente decisão do príncipe Harry e da sua mulher Meghan Markle, que
anunciaram pretender deixar de ser membros séniores da Família Real, passar a
ter uma vida normal e a dividir o seu tempo entre a América do Norte e o Reino
Unido. Segundo parece, esta decisão do jovem casal está relacionada com o
excessivo escrutínio a que está sujeito, tal como a generalidade da Família
Real, bem como à forma como os media britânicos
tratam os seus comportamentos, recorrendo frequentemente ao sensacionalismo e à
mentira.
Na tradição
inglesa este caso é sério e a Rainha tratou de convocar uma reunião de emergência
que foi chamada a "Sandringham summit", na qual participou o príncipe
Carlos, que é o herdeiro da Coroa, bem como os seus dois filhos William e Harry.
Através de um comunicado, a Rainha afirmou apoiar a vontade de Harry e de
Meghan e de ter ficado acordado um período de transição, pois há muita coisa
para acertar em termos de direitos e obrigações.
Porém, alguns
periódicos britânicos, como hoje faz o The Independent, preferem seguir uma prátical editorial britânica e publicar
fotografias do mau tempo, em vez de falar do Boris, do Harry, da Meghan e de
outros figurões, até porque não parecem trazer bom tempo às Ilhas Britânicas.
A fotografia mostra a fúria do mar ontem em Porthcawl, uma localidade situada a sul de Gales, onde o vento atingiu 90 mph, isto é, cerca de 160 km/hora. É um bom exemplo de fotojornalismo.
A fotografia mostra a fúria do mar ontem em Porthcawl, uma localidade situada a sul de Gales, onde o vento atingiu 90 mph, isto é, cerca de 160 km/hora. É um bom exemplo de fotojornalismo.
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