António José
Martins Seguro foi ontem eleito como o novo presidente da República Portuguesa,
tendo recebido cerca de três milhões e meio de votos que correspondem a 66,82%
do total dos votos expressos nas urnas. A sua expressiva vitória inspirou o
jornal Público que, na sua edição de hoje, escolheu a palavra seguríssimo como manchete.
O presidente eleito tem 63 anos de idade, vive nas Caldas da Rainha e tem como principais
credenciais políticas o facto de ter sido eurodeputado, ministro do governo de
António Guterres e secretário-geral do Partido Socialista. A sua expressiva
vitória, foi também a vitória da Democracia e da Liberdade, dos valores do 25
de Abril e da moderação e do equilíbrio, mas também foi uma pesada derrota para
os extremistas, para os saudosistas do antigo regime e para os populistas que
não olham a meios para atingir os seus fins.
Sobre o
presidente eleito pesam agora grandes responsabilidades como inspirador da
sociedade portuguesa e moderador das lutas políticas, pois é necessário
ultrapassar a situação em que o nosso país se encontra, sobretudo depois das
recentes calamidades meteorológicas, mas também levar o país a ser
internacionalmente menos subserviente e a ser mais consequente no combate à
pobreza e à corrupção. Embora não vá governar, espera-se que o novo presidente não
siga os caminhos do seu antecessor, que aparecia por todo o lado, que falava
demais e que viajava demasiado sem se saber para quê.
António José
Seguro tem o nosso aplauso e vai ser um Presidente seguro e firme na defesa da
Liberdade e da Democracia, da Paz e da Justiça Social.
Seguro sucede a
Soares, a Sampaio, a Silva e a Sousa, isto é, parece que para se ser Presidente
da República tem que se ter um apelido começado na letra S…

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