sexta-feira, 3 de julho de 2026

Ronaldo: nome e marca de um superstar

Os portugueses passaram a última noite em frente dos televisores, em casa, nos cafés ou nas praças públicas, para ver o encontro entre as equipas de Portugal e da Croácia dos 16 avos de final do Campeonato Mundial de Futebol da FIFA que se disputou em Toronto, uma cidade canadiana onde vivem milhares de portugueses.
Era um jogo de mata-mata, uma expressão popularizada em Portugal pelo antigo selecionador nacional Luiz Felipe Scolari, que significa que o vencedor passa à fase seguinte, mas que o derrotado sai da competição, ou seja, é o “tudo ou nada” para cada uma das equipas. A equipa portuguesa esteve bem e foi mais feliz que a equipa adversária. Dominou mas sofreu um golo, reagiu e empatou através de uma grande penalidade que Cristiano Ronaldo converteu. Já no período de descontos, aos 94 minutos de jogo, surgiu o segundo golo da equipa portuguesa que foi marcado por Gonçalo Ramos que, finalmente, teve a oportunidade de jogar, pois o selecionador Martinez insiste em utilizar Ronaldo para além dos seus limites naturais. Embora Ronaldo e Ramos sejam “oficiais do nesmo ofício”, um com 41 anos e outro com 25 anos de idade, este jogo parece ter mostrado que, no plano futebolístico, têm rendimentos diferentes…
Provavelmente, a grande figura do jogo foi Diogo Costa, o guarda-redes que “se fartou de defender”, mas a imprensa canadiana, mexicana e de vários outros países sul-americanos destacaram Ronaldo como “a figura do jogo”, o que mostra que Ronaldo, embora seja um futebolista em fim de carreira, é uma marca valiosa e que é a mais conhecida marca portuguesa nesta aldeia global em que habitamos.
O jornal Toronto Sun de formato tablóide e de grande circulação, publicou com destaque de primeira página a fotografia de CR7 e escreveu que ele “ajudou a destruir as esperanças da Croácia”. É verdade, mas outros terão ajudado mais…

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