As eleições
presidenciais no Brasil vão realizar-se no próximo dia 4 de outubro e, nesse
dia, mais de 150 milhões de brasileiros irão escolher o presidente e o
vice-presidente da República, os governadores e vice-governadores dos 26
estados e do Distrito Federal e, ainda, 78 senadores, 513 deputados federais e
1035 deputados estaduais.
Apesar desta
diversidade de cargos a eleger, é a eleição presidencial que atrai todas as
atenções. Nesta altura, a menos de dois meses da votação, as candidaturas estão
lançadas, mas as sondagens já estão a ser conhecidas desde há alguns meses, embora
a mais credível de todas seja aquela que é recolhida pelo Datafolha, um instituto independente de pesquisa de opinião do
Grupo Folha de S. Paulo.
Na sua edição de
ontem a revista Veja apresenta os dois principais candidatos presidenciais,
respetivamente Luiz Inácio Lula da Silva (Partido dos Trabalhadores) que procura a
reeleição, e Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) que tenta ocupar o lugar antes
ocupado pelo pai, que está preso e impedido de concorrer.
Na última
sondagem divulgada pelo Datafolha há
cerca de duas semanas, o candidato Lula da Silva aparece com 40% das intenções
de voto e o candidato Bolsonaro com 32%, seguindo-se nove outros candidatos com
intenções de voto abaixo dos 4%. Se, como se
espera, houver necessidade de realizar uma segunda volta, então os brasileiros
irão às urnas no dia 25 de outubro e, nesse cenário, o petista Lula da Silva aparece com 48% contra 43% de intenções de
voto do seu adversário direto.
Com as incertezas
próprias de todas as sondagens, com a evidente interferência externa dos
aliados de Bolsonaro, sobretudo nos Estados Unidos e na Argentina e, ainda, com
os efeitos da desinformação veiculada pelas redes sociais, todos os cenários
são possíveis.
Como aqui escrevi
antes, os brasileiros que se cuidem...

Sem comentários:
Enviar um comentário