segunda-feira, 12 de outubro de 2020
Rafael Nadal é o grande herói da Espanha
Os portugueses a brilhar no estrangeiro
sábado, 10 de outubro de 2020
O covid-19 infectou Trump e a Casa Branca
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
Nos 110 anos da implantação da República
domingo, 4 de outubro de 2020
Chissano e a guerra em Cabo Delgado
sábado, 3 de outubro de 2020
Trump brincou com o fogo e chamuscou-se
21
Setembro - It affects virtually nobody. It’s an amazing thing.
29
Setembro - I don’t wear a mask like him [Biden]. Every time you see him, he’s
got a mask.
2
Outubro - Tonight… I tested positive for Covid-19
Significa,
portanto, que Donald Trump brincou com o fogo e chamuscou-se. Porém, no aspecto
político e em relaçâo à campanha eleitoral, ainda é cedo para saber como vai
reagir o eleitorado americano, embora estejam preparadas estratégias para que o
Donald tire partido da situação. Uma delas poderá ser a sua recuperação e outra poderá ser o aparecimento de uma milagrosa vacina, que tantas vezes
anunciou para proteger do covid-19. Como alguém já disse, esta situação é apenas mais uma que mostra bem
o declínio da América.
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Donald Trump tem ou não tem covid-19?
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Reacende-se o conflito na Catalunha
O elogio ao modelo de combate à crise
segunda-feira, 28 de setembro de 2020
A incerteza domina o confronto americano
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
Can you trust a covid vaccine?
quinta-feira, 24 de setembro de 2020
O que dizem os comentadores da treta
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
A abençoada chuva que chegou a Brasília
Após 119 dias de seca absoluta, choveu na cidade de Brasília e foi uma festa, uma grande festa, porque foi atravessado o oitavo período mais longo de seca no Distrito Federal. O Correio Braziliense publicou uma interessante fotografia alusiva ao acontecimento e deu-lhe honras de primeira página. A população, na qual se incluem pessoas que nos são próximas, vinha sofrendo com o calor, a exposição solar e a carência de humidade, o que tornava o clima bastante penoso e quase insuportável, mas a forte chuva de ontem em toda a cidade foi uma benção que deu origem a uma euforia geral com grandes celebrações, até porque as previsões apontam para mais precipitação nos próximos dias. Naturalmente, a chuva também causou algumas inundações e perturbações no tráfego, com os habituais acidentes rodoviários que acontecem nestas circunstâncias, para além de ter alterado um pouco da paisagem urbana com as pessoas a fazer uso de guarda-chuvas e de casacos impermeáveis. Não surpreenderá que um dia destes apareça o Jair Bolsonaro a reclamar o mérito da chegada da abençoada chuva a Brasília e a dizer que ela resultou da sua acção. Agora é assim. Um pouco por todo o mundo, entrou-se numa perigosa deriva populista em que as coisas boas que acontecem se devem ao mérito dos líderes, enquanto as coisas más resultam do boicote ou da sabotagem dos outros. Só que, embora muitos alinhem nessa deriva populista, alguns exageram.
terça-feira, 22 de setembro de 2020
Madrid: trégua para enfrentar a pandemia
A Comunidad de
Madrid é uma das 17 comunidades autónomas da Espanha, tem cerca de seis milhões
e meio de habitantes e é governada desde Agosto de 2019 por Isabel Diaz Ayuso,
que é militante do Partido Popular (PP). No dia 31 de Janeiro de 2020, menos de
seis meses depois da sua tomada de posse, surgiu na Espanha o primeiro caso de covid-19 e, cerca de oito meses depois,
a situação agravou-se com uma segunda vaga da epidemia em que o último registo
assinala 14.389 novos casos num só dia! Porém, a crise
pandémica não está igualmente distribuída pelo país e o vírus parece ter-se
instalado na Comunidad de Madrid e na própria capital, que hoje são consideradas
como uma das áreas mais afectadas da Europa, com um registo de 108.374 infectados
e 8.546 óbitos (enquanto em Portugal estão assinalados 69.200 casos e 1.920
óbitos).
O facto de Madrid
ser, ao mesmo tempo, a sede do governo socialista de Pedro Sánchez e do governo
popular de Isabel Ayuso, tem sido objecto de luta política entre o PSOE e o PP.
No entanto, confrontados com a realidade, o primeiro-ministro espanhol (de
esquerda) e a presidente da região de Madrid (de direita) acordaram no
apaziguamento ideológico e no reforço da luta epidemiológica, tendo criado um
grupo covid-19 para planear e coordenar as respostas necessárias ao controlo da
pandemia. Acordaram numa trégua, como refere hoje o jornal ABC e Pedro Sánchez
declarou que este grupo funcionará sob um princípio de coordenação e que não
haverá lugar a disputas hierárquicas entre os representantes do governo
nacional e do governo regional, ou entre o PSOE e o PP. Quem sabe se esta trégua
ou este acordo não teria poupado muitas vidas se tivesse sido feito há mais
tempo…
segunda-feira, 21 de setembro de 2020
Uma estrela eslovena brilhou em França
O ciclista
esloveno Tadej Pogacar completa hoje 22 anos de idade e ontem ganhou a 107ª
edição da Volta à França. Desde 1904 que o Tour
não tivera um vencedor tão jovem e a imprensa que acompanhou a prova não poupa
nos adjectivos com que o classifica, pois Pogacar cometeu a proeza de bater o
seu compatriota e super-favorito Primoz Roglic, mas também de ganhar três das
quatro classificações importantes - a camisola amarela, a camisola branca e a
camisola de líder da montanha – o que só o lendário ciclista belga Eddie Merckx
tinha conseguido. Foram percorridos 3.482 quilómetros em 21 etapas, foram
subidas muitas montanhas nos Pirinéus e nos Alpes, mas acabou por ser no
contra-relógio do penúltimo dia e nuns escassos 36 quilómetros, que tudo se
decidiu entre os dois eslovenos.
A Eslovénia está
em festa e a partir de ontem tem um novo herói nacional.
Tadej Pogacar
teve a sua primeira vitória como profissional em 2019 na Volta ao Algarve, que
o seu compatriota Primoz Roglic vencera em 2017. Sucederam-se outras vitórias e
esta ano estreou-se na Volta à França, vestindo a camisola da UAE Team Emirates. A cobertura
televisiva esteve à altura do grande acontecimento desportivo e, apesar da
agressividade da pandemia em toda a França, o público acorreu às estradas para
ver a prova favorita dos franceses.
Terminaram a
corrida 146 ciclistas e o português Nelson Oliveira foi muito discreto e,
certamente, fez tudo o que os seus patrões lhe encomendaram. Chegou ao fim da prova
no 55º lugar a três horas e um minuto de Tadej Pogacar.














